terça-feira, 10 de novembro de 2015


 Natal a maldição



NATAL É A FESTA DE ADORAÇÃO AO DEUS SOL (SOLSTÍCIO DE INVERNO). PAPAI NOEL É O BISPO CATÓLICO SÂO NICOLAU DE MITRA.


Em nenhum momento Yeshua pede que se comemore o seu nascimento e, pelo contrário, pede que celebremos a Ceia do Senhor (Pessach) é que Ele volte, relembrando a sua morte e ressurreição. Após vários anos enganando os cristãos despreparados, o paganismo assume a adoração única e exclusiva de papai Noel. Dê uma passagem pelos shoppings.
O cenário montado em torno do Natal é outra situação fora da nossa realidade. Guirlandas, neve e frio, chaminés, e tantos outros objetos típicos não têm nenhuma relação com o Oriente Médio onde Yeshuas nasceu, mas com a Europa, lugar onde São Nicolau ganhou status de "santo". Chega a ser ridículo ver brasileiros vestidos em roupas de inverno europeu, sob o intenso calor do verão tropical.
Muito pelo contrário, as Palavras de Elohim condenam tais comemorações. Está escrito:
Timóteo 1:4 Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Elohim, que consiste na fé; assim o faço agora.

1 Timóteo 4:7 “Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas e exercita-te a ti mesmo em piedade”
2 Timóteo 4:4 “E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”
2 Pedro 1:16 “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Yeshua, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade,

1- INTRODUÇÃO
A história do natal começa na verdade pelo menos há alguns milênios antes do nascimento de Yeshua. É tão antiga quanto à civilização Babilônica e Persa.
Babilônia - Após o dilúvio, um descendente amaldiçoado de Noé chamado Cam, gerou Cush que gerou Ninrode que foi um rei que queria unificar o mundo entorno de uma torre chamada de BABEL (Babilônia). NINRODE era celebrado como deus SOL, a quem foi dado o título de Baal (Meu Senhor). A sua esposa SEMÍRAMIS foi consagrada como deusa LUA, a quem foi dado o título de Baali (Minha ou Nossa Senhora). O filho deles era o deus THAMUZ, que após a morte do pai Ninrode, veio se casar com sua mãe.
O economista Armindo Abreu, nas diversas fontes citadas na sua obra O PODER SECRETO, edição 2005, destacam-se no capítulo 15, paginas 297-363 - A misteriosa “Fraternidade Babilônica” QUE NADA MAIS SERIA QUE O EMBRIÃO DAS ANTIGAS E MÍSTICAS SOCIEDADES SECRETAS ATUAIS.
Vejam agora algumas identidades alternativas para Ninrode: Adad; Adam; Adão; Adônis; Alcides; Amen-Ra; Anu; Átis ou Attís; Baal; Bacchus; Baco; Bali; Beddru; Bell; Bremhillahm; Cadmos; Caos (maçonaria usa muito a expressão: ORDO AB CHAO); Cronos; Deoius; Deva Tat; Dionísio; Eannus; El-Khidir; Enlil; Eros; Fohi; Gentaut; Hércules; Hermes; Hesus; Hórus; Ischi; Indra; Iswara; Ixion; Jano; Janus; Jao; Jesus e João Batista (introduzidos pelo catolicismo quando paganizaram); Krisna; Krst; Mammom; Mercúrio; Meu Senhor; Micado; MITRA; Mitras; Moloch; ninus;Odínio; Osiris; Prometeus; Quetzalcoatl; quirinus; Salivahana; Sammonocadam; são Jorge; saturno; Senhor da Vida e da morte; SOL; Thamuz; Taut; Thor; Tien; Virisana; Xamolxis; Zoar; Zoroastro.
Armindo Abreu cita uma ampla gama de NOMES E EXPRESSÕES QUE IDENTIFICA a deusa da religião babilônica SEMÍRAMIS, a deusa LUA. Entre os vários encontrados ou identificados nesta obra, destacam-se (em ordem alfabética):
Afrodite; Anahita; Anat; Angerona; Antu; Artemísia; Ashera (Azera); Asherah; Asherat; Ashtar; Ashtart; Ashtoteth; Asit; Astart; Astarte; Astoreth; Astorga; Attar; Arthena; Attoret; Auset; Baali; Baalat; Baalath; Baalatt-Gebal; Baphomet; Barati; Ceres; Cibele; Deméter; Diana; Estátua da Liberdade; Estrela Brilhante da Manhã; Estrela da Manhã; Eulogia; Eva; Freija; Frigg; Gaia; Grande Mãe Terra; Hamalieil; Hathor; Hecate; Hera; Inanna; Innin; Io; Ishara; Ishtar; Isis; Istar; Juno; Kali; Lilith; Lua; Lucifera; Luna; Mari; Maria; Maria Betânia; Maria Madalena; Madona; Madonna; Matrona; Minha Senhora; Minerva; Mistério da Babilônia; Mulher Escarlate; Mut; Nana; Ninkharsa; Noiva do Homem Verde; Nossa Querida Senhora; Nossa Senhora da Luz; Nut; Ostara (deusa da páscoa com os seus coelhinhos); Rainha do Céu; Rainha do Mar (Iemanjá); Rainha do Mundo; Rainha do Submundo; Rhea; Sachat; Salem; Sara Kali; Sekhemet; Semi-Rama-Isis; Semi-Ramis; Semiramis; Semiramis A VIUVA (os maçons se identificam como filhos da viúva); Shachat; Shalem; A Mãe de Todas as Prostitutas e Abominações da Terra, e sobre sua testa estava escrito um nome: Mistério, A Grande da Babilônia (apocalipse 17); Sophia; Stella Maris; Uarchet; Uatchet; Ua Zit; Umm Attar; Vênus; Virgem Celestial; Virgem do Lago; Virgem Mãe dos Deuses; Virgem Negra; Virgem que Chora; Virgo
OBS: Muitos destes deuses são andróginos, existindo os seus nomes como masculinos e feminino como nos casos de Baal, Baphomet, etc...
Está escrito: Isaias 42: 8 – “Eu sou o YHVH; este é o meu nome; a minha Kevod, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor dividirei com imagens de escultura”

Os Persas comemoravam o nascimento do deus Mitra que representava o SOL e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. O natal para eles tem um sentido bem prático: CELEBRAR O SOLSTÍCIO DE INVERNO, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o SOL fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada DAS TREVAS PARA A LUZ. (a mesma expressão usada na maçonaria, quando se pergunta: de onde vens?).
Na Mesopotâmia a celebração durava 12 dias e o deus SOL era o deus Marduk.
Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar deus Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa.
Os Egípcios relembravam a passagem do deus SOL, On ou Osíris para o mundo dos mortos.
Alguns Judeus pagãos abandonaram o Elohim verdadeiro de seus pais (Abraão, Isaac e Jacó) e passaram a adorar o deus SOL que chamavam de BAAL, que era o deus principal na área em torno de Judéia.
Na Ásia Menor o deus SOL era Attis.
Na Síria o deus SOL era o deus Adonis.
Na Grã-Bretanha, os povos antigos comemoravam o forrobodó em volta do Stonehenge (3100 a.C.) para marcar a trajetória do SOL ao longo do ano, portanto mais uma festa de adoração ao deus SOL.
Os Nórdicos faziam uma festa ao solstício Yule. O presunto, a ceia, a decoração colorida das casas e a árvore de natal foram tradições que nos deixaram.


MUITO IMPORTANTE: PRESTE ATENÇÃO.
Em Roma adoravam o deus Mitra dos persas, realizando uma semana de farras e orgias chamadas de SATURNÁLIA, que também servia para sacrificar ao deus Saturno. Dentro das casas todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes. Neste momento crescia em Roma os seguidores de Yeshua que até então só celebravam a morte e a ressurreição do Maschiach (Pessach).
Em 221 dC. o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de “Jesus Cristo” no nascimento do deus Mitra, dia 25 de dezembro. Quando o cristianismo virou uma RELIGIÃO OFICIAL DO IMPÉRIO (Catolicismo), a igreja aceitou a proposta e, a partir do século IV, o Festival do SOL Invicto começou mudar de homenageado. Associado ao deus SOL, Jesus assumiu a forma de luz que traria a salvação para a humanidade. (A Verdadeira História do Natal - Revista Super Interessante – Edição 233 - Dez 2006).


Mais tarde essa igreja cristã paganizada criou a deusa lua (ISIS) chamada Maria para acompanhar o deus SOL (On ou Osiris = jesus)
Ao deus SOL eram oferecidos sacrifícios humanos, principalmente crianças, em favor de prosperidade.
Está escrito: Jeremias 19: 4 e 5 “Porquanto me deixaram, profanaram este lugar e nele queimaram incenso a ídolos, que nunca conheceram, nem eles, nem seus pais, nem os reis de Judá; e encheram este lugar de sangue de inocentes. Porque edificaram os altares de BAAL (deus SOL) para queimarem seus filhos em holocausto a BAAL (deus SOL); o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem subiu ao meu coração”

2- PAPAI NOEL É O BISPO SÃO NICOLAU DE MITRA DA IGREJA CATÓLICA.

No jornal Folha de São Paulo, de dezembro de 1996, mostra que o Papai Noel de hoje originou-se de um personagem real, São Nicolau, que viveu no século IV. Era bispo de Mira, uma antiga cidade da atual Turquia. A lenda diz que à noite ele saía levando presentes aos necessitados. Depois de sua morte, sua fama espalhou-se pela Europa. Durante toda a Idade Média, São Nicolau foi o "padroeiro dos escolares". Na Alemanha, ele é representado como um diabinho peludo, o "Petz Nichol" (Nicolau de peles).

O bispo Nicolau viveu no século 4 na época do imperador Constantino, aquele que perseguia e matava os cristãos em nome do Império Romano. Depois deu um grande golpe de mestre: se “converteu ao Cristianismo”. Agora ele perseguia e matava os judeus  messiânicos em nome do Catolicismo que eles criaram, paganizando todo a veerdadeira mensagem. Assim criaram a deusa Maria para ser a deusa LUA para junto com o deus SOL comemorarem as festas solstícios de inverno (Festa de S. João) e de verão (Festa de Natal). Assim levaram a comemoração do aniversário de Jesus Cristo para 25 de dezembro na festa pagã do deus SOL.
Observe na figura que de dentro de São Nicolau existe o diabo escondido Neste imenso paganismo foi criada a lenda do tal velhinho Nicolau. O primeiro desenho retratando a figura de Papai Noel como conhecemos nos dias atuais foi feito pelo americano Thomas Nast e foi publicado no semanário "Harper's Weekly" no ano de 1866

A Reforma Protestante (séc XVI) fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (atual cidade de Nova Iorque) nas colônias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adaptado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal.
No Brasil, a figura do Papai Noel surgiu por volta de 1920, mas popularizou-se depois de 1930. A origem entre o povo brasileiro não vem de uma tradição popular, mas foi um costume importado de outros lugares. Não são poucas as crianças que acreditam piamente que os presentes que receberam, foram trazidos por um "homem muito bom" chamado Papai Noel e, mais tarde, descobrem que isso não passava de uma mentira.

Outro fato impressionante é como homens sérios, cristãos devotos, que jamais teriam a coragem de vestir uma "fantasia de carnaval", não se acanhem em fantasiar-se de Papai Noel, alimentando a mentira de um velho.


3- PAPAI NOEL É O “JESUS CRISTO” DA MAÇONARIA
No DICIONÁRIO DE TERMOS MAÇÔNICOS. AS PALAVRAS, AS FRASES E OS TERMOS MAÇÔNICOS MAIS USADOS NO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO PARA A MAÇONARIA NO BRASIL de Plínio Barroso de Castro Filho (grau 33 Membro da Loja Defensores da Verdade - 104 - Curitiba - Paraná – Brasil. Filada a Grande Loja do Paraná) lemos que Cerimônias solsticiais (deus SOL) são AMBAS EM HOMENAGEM AOS PADROEIROS DA ORDEM
Cerimônia do verão é a festa do reconhecimento (junho = São João)
Cerimônia do inverno é a festa da esperança, (dezembro = natal)
Lemos no GRANDE DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE MAÇONARIA E SIMBOLOGIA, de Nicola Aslan, editora Arte Nova, lemos nas pg 998 a 1000
“Os dois São João (Batista e o Evangelista) foram PADROEIROS da maçonaria desde a idade média. Desde a instituição da maçonaria especulativa” Esta fundada no dia de São João, 24 de maio de 1717 por dois “pastores” presbiterianos John Desarguiles e James Anderson.
Neste dia estes dois “pastores” mataram o último herdeiro da sociedade secreta FORÇA MISTERIOSA dos nove judeus desconhecidos, Joseph Levy para se apoderarem de tais manuscritos e refazerem esta ordem com o nome de Maçonaria. (DISSIPANDO A ESCURIDÃO de Samuel Lawrence).
“Os MAÇONS celebram DUAS grandes festas anuais, chamadas indistintamente de festa de São João ou FESTAS DA ORDEM (maçônica), durante as quais são eleitos e empossados os Grãos Mestres.”
Estas festas correspondem à época dos SOLSTÍCIOS (adoração ao deus SOL) e por isso também se chamam FESTAS DOS SOLTISCIOS.
A do solstício de VERÃO, no hemisfério norte, dedicada a SÃO JOÃO BATISTA, realiza-se a 24 de junho;
A do solstício de INVERNO, dedicada a SÃO JOÃO EVANGELISTA, celebra-se a 27 de dezembro” (festa de NATAL)
Vejam algumas cenas captursda de um vídeo da maçonaria, comprado nas bancas de jornal: Por dentro da Maçonaria. Segundo eles: estamos vivendo a época de aquários, tudo que estava em oculto está sendo revelado. Confirma o que Elohim disse: TUDO SERIA REVELADO E QUE NADA FICARIA EM OCULTO.




IMPORTANTE: Na loja maçônica, o papai Noel é o segundo vigilante, a segunda pessoa mais importante da hierarquia. Ele substitui o Grão Mestre quando necessário. Aqui fora, este segundo vigilante chamado papai Noel, está substituindo o Grande Mestre Yeshua há Maschiach nos shoppings, nos lares, nas igrejas, e até nas vidas das pessoas.
Sua mitologia foi criada exatamente à semelhança de Yeshua para que as pessoas pudessem aceitar o personagem sem maiores problemas.
Confira a tabela comparativa abaixo, extraída da publicação “The Good Newsletter, de Former Catholics for Christ, out/nov/dez 1997.”


  
Papai Noel  x Yeshua
1.Tem os cabelos brancos como a lã (Apocalipse 1:14) Tem os cabelos brancos como a lã
2. Tem barba (Isaías 50:6) Tem barba
3. Veste um manto vermelho (Apocalipse 19:13) Veste-se de vermelho
4. A hora da sua vinda é surpresa (Lucas 12:40; Marcos 13:33) A hora da sua vinda é surpresa
5. Vem do norte, onde vive (Ezequiel 1:4; Salmos 48:2) Vem do Pólo Norte, onde vive
6. Trabalhou como carpinteiro (Marcos 6:3) Fabrica brinquedos de madeira
7. Vem como o ladrão de noite (Mateus 24:43-44) Vem como o ladrão de noite; entra na casa como um ladrão
8. Vive para todo o sempre (Apocalipse 1:8; 21:6) Vive para sempre
9. Vive naqueles que o receberam (1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 6:16-17) Vive no coração das crianças
10. Distribui dons (Efésios 4:8) Distribui presentes
11. É a verdade absoluta (João 14:6) (Efésios 4:8) Fábula absoluta (1 Timóteo 1:4; 4:7; 2 Timóteo 4:4)
12. Senta-se em um trono (Apocalipse 5:1; Hebreus 1:8) Senta-se em um trono
13 Um de seus mandamentos é que os filhos honrem aos pais Diz às crianças para obedecerem aos pais
15. Convida as crianças a irem a ele (Marcos 10:14) Convida as crianças a irem a ele
16. Julga (Romanos 14:10; Mateus 25:31-46) Julga se a criança foi boa ou má
17. Pai da Eternidade (Isaías 9:6) Papai Noel (Pai do Natal)
18. Menino Yeshua (Mateus 1:23; Lucas 2:11-12) Kris Kringle (significa Menino Cristo)
19. Intercessor nas orações (Apocalipse 5:12-14; Hebreus 1:6) As crianças adoram e rezam a São Nicolau
20. Príncipe dos Exércitos (Malaquias 3:5; Isaías 8:13; Salmos 24:10) Senhor de um exército de elfos (na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores)
21. Elohim diz, "Eh! Eh! ... (Zacarias 2:6) Papai Noel diz "Ho, ho..."

4- O PERIGO DA IDOLATRIA -
Na bíblia temos mais de mil versículos falando direta ou indiretamente contra a idolatria, principalmente contra o deus BAAL, que nada mais é que o deus SOL para os judeus.
Está escrito: Ezequiel 6: 4-5 (Profecia escrita há 2600 anos contra o povo que Elohim tanta amou e ainda ama, mas buscaram a morte pela desobediência a Elohim, adorando o deus SOL (BAAL), este mesmo da festa de São João e de Natal. Profecia cumprida durante a segunda guerra mundial. Foto do holocausto.)
E serão assolados os vossos altares, E QUEBRADAS AS VOSSAS IMAGENS DO SOL E DERRUBAREI OS VOSSOS MORTOS. DIANTE DOS VOSSOS ÍDOLOS. E POREI OS VOSSOS CADÁVERES DOS FILHOS DE ISRAEL DIANTE DOS SEUS ÍDOLOS; e ESPALHAREI OS VOSSOS OSSOS EM REDOR DE VOSSOS ALTARES.
Comentário: ADOLF HITLER era maçom da maçonaria inglesa (antigos Cavaleiros Templários) da sociedade Secreta Thule, Irmandade da Morte. Ele foi preparado para chegar ao poder sem nunca ter sido vereador, prefeito, deputado ou senador. Foi preparado para matar os MAÇONS FRANCESES (antigo Priorado de Sião), para vingar a morte dos cavaleiros templários na sexta feira 13 de outubro de 1307. Alimentaram esta vingança por 638 anos. Assim incluíram neste grande sacrifício humano a satanás, os negros, os deficientes físicos e mentais, os ciganos, os homossexuais, etc
Monumento na cidade de Eliat em Israel. Pirâmide = deus SOL = GADU
Está escrito em Ezequiel 8: 15-18 ‘E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver ABOMINAÇÕES MAIORES do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do  SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente ADORAVAM O SOL. Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura COISA MAIS LEVIANA para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo ENCHIDO A TERRA DE VIOLÊNCIA, TORNAM A IRRITAR-ME; e ei-los a chegar o RAMO (de acácia) AO SEU NARIZ. (funeral maçônico). 18 Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo NÃO OS OUVIREI”
A maçonaria adora o deus SOL. Albert Pike, o maior maçom de todos os tempos, no livro Morals and Dogma:
A Maçonaria adora a natureza, especialmente o SOL pg 718, Vigésimo Oitavo Grau; pg 718 e 776, Vigésimo Oitavo Grau; pg 643-4, 672

Está escrito: Romanos 1: 25: ‘Pois MUDARAM A VERDADE DE ELOHIM, e honraram e serviram mais a CRIATURA (Sol, Lua, Homens, Animais, etc) criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém’
OBS: observem como os MAÇONS, adoradores do SOL sempre mudam a verdade de Deus em mentira. A festa de natal é mais uma destas mentiras.

5- A DATA
Segundo os estudos do Pr David de Souza.
"Naqueles dias foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se." (Lucas 2.1)
“Em primeiro lugar, não há nenhum registro nas escrituras que seja claro e específico sobre uma data exata em que YESHUA tenha nascido. As indicações apontam apenas para um tempo aproximado.
O ponto de partida é em Lucas 1.5, que declara: "Nos dias de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias (marido de Isabel e pai de YOHANAM (João Batista), do turno de Abias. Sua mulher era das filhas de Arão, e se chamava Isabel. Ainda no capítulo 1, vemos que Isabel engravidou de João Batista logo após o exercício do turno de seu marido.”

A Palavra nos mostra que o anjo Gavriel apareceu a Mirian e lhe fez a promessa do nascimento de Yeshua, que foi concebido 6 meses após Yohanam.
Está escrito: Lucas 1: 35-36: “E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti a Ruach há Kodesh (Espírito Santo), e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Elohim. E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril;

A chave para encontrarmos uma data aproximada do nascimento de Jesus está em retornarmos ao Antigo Testamento e identificar quando foi estabelecido o turno de Abias.
I Crônicas 24.7 a 18, nos mostra que David havia estabelecido um total de 24 turnos de 15 dias cada, durante o período de um ano. (atualmente: 12 turnos = meses de 30 dias) O turno de Abias era o oitavo, como nos mostra o trecho entre os versículos 7 e 10: “Saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda a Jedaías, a terceira a Harim, a quarta a Seorim, a quinta a Malquias, a sexta a Miamim, sétima a Coz, a oitava a Abias.”
Mesmo após ministrar no Tabernáculo de David, os sacerdotes continuaram com sua tarefa no Templo de Shlomo – obedecendo a mesma ordem - e até a destruição do Templo de Yerushalaim por Herodes, em 70 A.C. Na prática, significa que a divisão por turnos ainda era seguida nos dias do nascimento de Yeshua. Portanto, para localizarmos a data do Natal em nosso calendário, devemos primeiro situá-la no calendário judaico a partir da ordem dos turnos dos sacerdotes até chegar ao oitavo, que era o de Abias.
A primeira indicação sobre o período de funcionamento dos turnos sacerdotais está em Êxodo 12. 1 e 2: “Disse o Senhor a Mosheh e a Aron na Terra do Egito: este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano.” Esse primeiro do mês do ano do calendário religioso judaico está expresso a partir da primeira Pessach, em Levítico 23.5: “No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a Pessach do Senhor.”
Sabemos que a Pessach é uma festa móvel que, ano após ano, muda de data. Assim, comparando Levítico e Êxodo, é possível afirmar que o primeiro mês do calendário religioso judaico – quando começavam os turnos dos sacerdotes - coincide ao bimestre março e abril no nosso calendário.
Assim, ao final do turno de Abias, que seria em junho/julho, João Batista é gerado e, 6 meses depois, por volta de dezembro/janeiro, Jesus é gerado. Compare os períodos na tabela dos turnos.

Se considerarmos a geração de Yeshua nesse período e um ciclo normal de gravidez (9 meses), é possível concluir que Yeshua nasceu entre setembro e outubro, exatamente quando era celebrada pelo povo judeu a Festa dos Tabernáculos.
Isso não é pura coincidência, pois em João 1.14 lemos: "E o VERBO (Yeshua fez carne, e habitou (no grego: tabernaculou) entre nós, cheio de favor e de verdade, e vimos a sua Kevod (glória), Kevod como do unigênito do Pai"
Outra comprovação de que a data de seu nascimento não poderia ser em 25 de dezembro nos é dada em Lucas 1:8: "Naquela mesma região, pastores que viviam nos campos guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite".
No hemisfério Norte, dezembro cai exatamente no inverno, que até hoje é bastante rigoroso. Os pastores não tinham o costume e até os dias atuais não têm, de ficar no campo expostos ao frio guardando as ovelhas. Para fugir das baixas temperaturas, colocavam as ovelhas em apriscos.

Em outra passagem de Lucas, capítulo 2, versículo 1, temos outra importante pista: "Naqueles dias foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se".
Historicamente, os imperadores nunca convocaram o povo para um recenseamento no inverno, pois sabiam que muitas pessoas seriam impossibilitadas de viajar devido aos rigores do frio.

Creio que a Kehilat (igreja) de Yeshua precisa valorizar aquilo que Elohim valoria em sua Palavra. É óbvio o fato de que nem o próprio Yeshua e tampouco os discípulos da congregação primitiva comemoraram sequer uma única vez o seu aniversário.
Também não encontramos nenhuma referência bíblica sobre o estabelecimento de uma data na qual fosse lembrado o "aniversário de Jesus". Na verdade, a única celebração que o próprio Yeshua ordenou a seus discípulos guardarem como memorial foi a "Comunhão", ou "Ceia do Senhor" (I Co 11.23-26) a Pessach.

6- ÁRVORE
Um dos maiores costumes do final de ano é enfeitar a árvore ou pinheiro de Natal. Mas, segundo enciclopédias, a árvore era separada como objeto de adoração por povos na Europa Central, principalmente na Escandinávia, região que compreende Suécia e Noruega.
Um dos deuses dessa região era Thor, que recebia SACRIFÍCIOS HUMANOS que lhe eram oferecidos sempre ao pé de uma árvore frondosa. Quando esses povos se tornaram “cristãos”, fizeram das árvores de folhas duras (pinheiros, ciprestes, etc.) um elemento constante em suas festividades, transportando para dentro de si um costume pagão.
Uma edição do jornal Folha de São Paulo, de dezembro de 1996, explica: "A primeira árvore de Natal foi mostrada em visão ao missionário inglês Winfrid, mais tarde chamado de São Bonifácio. Há 1200 anos, Winfrid viajava pela Alemanha, quando encontrou um grupo de druidas (feiticeiros dos povos gauleses) à sombra de um carvalho, preparando-se para sacrificar o jovem príncipe Asulf ao deus Thor, cuja árvore sagrada era o carvalho (um tipo de pinheiro). Winfrid interrompeu o sacrifício e derrubou aquela árvore sanguinária. Imediatamente surgiu um pequeno pinheiro no mesmo lugar, e Winfrid disse que o mesmo seria a nova ‘árvore sagrada’, a árvore da vida, representando o próprio “Cristo”. Este seria o início do costume de decorar as árvores de Natal."
Esta mesma história é contada PÓS-DILÚVIO. Cam foi o filho amaldiçoado por Nóe por tê-lo visto nu e zombado do pai. Cam gerou a Ninrode que se casou com Semíramis. Ninrode foi idolatrado como deus SOL, sendo depois esquartejado pelos filhos de Noé, pois levantou novamente a idolatria no mundo, tentando criar pela primeira vez um governo mundial único entorno da torre de Babel (babilônia). Com a morte de Ninrode, Semíramis casou com o próprio filho Thamuz. Thamuz morreu numa floresta e, onde estava o seu corpo, nasceu um pinheiro que passou a ser idolatrado como a reencarnação do deus SOL. Passaram a sacrificar seres humanos aos pés destes pinheiros em adoração ao deus SOL. Daí em diante levaram os pinheiros pra dentro das casas na época de comemorar o nascimento do deus SOL, neste caso Thamuz. Semíramis passou a ser a mãe das abominações.

Segundo o livro O PODER SECRETO do economista Armindo Abreu, na página 313 esta deusa pagã SEMÍRAMIS possui 108 nomes catalogados. É a mesma da estátua da liberdade, a mesma da Justiça, aquela mulher que está nas cédulas e moedas brasileiras.

A Palavra de Elohim nos CONFIRMA que as ÁRVORES eram usadas por povos pagãos como objetos de adoração.
Está escrito: Isaías 44.14,17 diz: "Um homem corta para si cedros, toma um cipreste ou um carvalho, fazendo a escolha entre as árvores do bosque; planta um pinheiro e a chuva o faz crescer. ... Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, prostra-se e lhe dirige a sua oração, dizendo: livra-me porque tu és meu Elohim".

A enciclopédia Barsa afirma que "a árvore de Natal é de origem germânica, datada do tempo de São Bonifácio (cerca de 800 D.C). Foi adotada para substituir os SACRIFÍCIS, que eram feitos com oferendas e orgias sexuais, ao carvalho sagrado do Odin, adotando-se uma árvore em homenagem ao Deus-Menino". Ou seja, tomaram a árvore, que era o que havia de mais sagrado ao demônio Odin, e a transportaram para ser um símbolo do Natal daquele que é o verdadeiro Elohim e Senhor.

Você pode enfeitá-la, ornamentá-la, tentando até identificar os ornamentos como
símbolos da luz e paz, porém saiba: no princípio de tudo, aquela árvore foi oferecida a Odin, que é uma figura do próprio Satanás.

Está escrito: Zacarias 6: 13 e 14
Então sabereis que eu sou o SENHOR, quando os seus mortos estiverem no meio dos seus ídolos, em redor dos seus altares, em todo o outeiro alto, em todos os cumes dos montes, e DEBAIXO DE TODA ÁRVORE VERDE, E DEBAIXO DE TODO CARVALHO FRONDOSO, no lugar onde ofereciam cheiro suave a todos os seus ídolos. E estenderei a minha mão sobre eles, e farei a terra desolada, e mais devastada do que o deserto do lado de Dibla, em todas as suas habitações; e saberão que eu sou o SENHOR.

7- GUIRLANDAS
Coroa de Azevinho.Também conhecida como coroa de Natal, com a qual se enfeitam as portas de tantos lares, é também costume pagão de decorar residências.

8- COMERCIALIZAÇÃO “Inclina o meu coração aos teus testemunhos, e não à cobiça.” (Salmos 119:36).
O natal tornou-se uma ocasião em que a maioria das pessoas gasta muito, comendo e bebendo acima dos limites, e comprando o que não podem, por serem movidas por um sentimento quase de "obrigação" de dar um presente a alguém.
O consumismo exagerado dessa época entra em choque com o domínio próprio e com a singeleza recomendados nas escrituras. E é justamente o contrário que encontramos no mundo, pois o que se vê é gente se endividando pelo resto do ano para manter a fantasia do natal. Será que podemos afirmar que Elohim está nisso?
Um fato interessante é o que está acontecendo até mesmo em países onde o cristianismo é abertamente perseguido. Em algumas destas nações, o Natal já está sendo comemorado como uma festa de fraternidade humana e de confraternização.
Apesar de serem países pagãos, em que há uma minoria de cristãos, no mês de dezembro as ruas se enchem de gente fazendo compras, colocando uma árvore de natal em suas casas e também exaltando a figura de Papai Noel.

9- GLUTONARIA
Um grande banquete deveria ser feito. A glutonaria era tão estimulada nessas festas que já existia um lugar reservado para vomitar. As pessoas comiam, comiam, vomitavam e voltavam a comer. O que acontece hoje? Todas as famílias têm que fazer uma ceia. E por que comer e beber? Porque é um sinal de aliança. O banquete dos solstícios tinha início à meia noite. A que horas começa a ceia de Natal? Meia noite também. Celebrar o Natal com banquetes é dizer que está fazendo aliança com Talmuz, com Ninrode e os deuses da Babilônia. Não podemos participar da bênção e da maldição (I Coríntios 10: 6 ao 14).

10- ORIENTAÇÃO

Que bom que o nosso Elohim é misericordioso e nos transforma a cada dia. Aqui se encontram alguns procedimentos que devemos tomar:

1. Tirá-la totalmente do nosso coração. Lança fora toda dependência sentimental da data do “Sol invictus” (25 de dezembro).

2. Instruirmos nossos filhos e discípulos “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João 8:32)

3. Livramos-nos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.

4. Não ficamos sujeitos financeiramente à comida importadas típicas. É um dia como qualquer outro.

5. Resistimos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se houver dívidas. Vigiar as “ofertas do Papai Noel”. Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a YHWH e às riquezas.” (Mateus 6:24)

6. Devemos aproveitar a data (“Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade” - Colossenses 4:5)
9. “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja boa, agradável e perfeita vontade de Elohim.” (Romanos 12: 2)

 Nefilim ( Os Gigantes do velho testamento retornarão?)


“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama” Gênesis 6:4
Gigantes são geralmente pensados em serem encontrados nos contos de fadas e fábulas, mas, surpreendentemente, eles também desempenham um papel importante na Bíblia. Enquanto todo mundo conhece a história de David e Golias, os gigantes têm um papel significativo desde lá no inicio da linha do tempo do mundo e podem até mesmo desempenhar um papel no processo messiânico.
Personagens referidos como Nefilim, literalmente “os caídos”, eles estão descritos no sexto capítulo do Gênesis, antes do dilúvio. Na era pré-diluviana de Noé, a Bíblia diz que os “Filhos de Elohim” coabitaram com as filhas dos homens, e Deus decidiu imediatamente limitar tempo de vida do homem para uma 120 anos. Os filhos destas uniões foram chamados de Nefilim.
Elohim é um dos nomes de Deus usados na Torá, geralmente referindo-se a seu aspecto expressa através da natureza e julgamento. Isso tornaria o prazo, os “Filhos de Deus”, um termo teologicamente problemático para a maioria de todos. Elohim também é usado para significar um juiz humano, e algumas fontes entendem que este é o significado aqui.
O Rashbi, Rabi Shimon Bar Yochai, é um sábio do século 2 que durante a perseguição romana aparece extensivamente no Talmud e é o autor do Zohar, o trabalho fundamental na literatura do pensamento místico judaico conhecido como Cabala. Ele adverte contra a compreensão do uso de que Bnei Elohim neste versículo significa “Filhos de Deus”, e a maioria das fontes que explicam isso como para significar anjos.
Interpretação clássica da Bíblia depende muito do Midrash, uma tradição de histórias e fábulas que ajudam a explicar o texto básico. Um notável Midrash aparece em várias fontes que explicam o aparecimento do Nefilim, os caídos, como sendo um produto de anjos.
O Midrash relata como, antes do dilúvio, a humanidade estava pecando muito e Deus começou a se arrepender de ter criado o homem. Três anjos – Shamchazai, Uza e Uziel – foram a Deus e disseram que eles poderiam substituir os homens pecadores ao repovoar o mundo com anjos perfeitos. Deus adverte-os de que eles vão pecar ainda mais, no entanto eles persistiram em sua reivindicação. Deus os permite e quando os anjos descem para o mundo e ver as filhas dos homens, eles pecam, e seus descendentes são os Nefilim, descritos como os gigantes que serão mencionados novamente mais tarde na Bíblia.
Há vários pontos importantes nesta história. Fontes rabínicas proeminentes descrevem o ciúme dos anjos no papel do homem em servir a Deus, inevitavelmente, ilustrando como o homem tem a capacidade de transcender os anjos vencendo as dificuldades e tentações únicas das criaturas de carne e osso.
Outra fonte no Talmud Babilônico relata que Shion e Og, dois reis mencionados mais tarde na Bíblia, eram descendentes do anjo, Shamchazzi. O Midrash declara que Og estava vivo no tempo de Noé, mas escapou da inundação ao se agarrar de um lado na Arca. Em Gênesis 14:13, um “fugitivo” (Palit) vem dizer Abrão sobre captura de Ló. Og foi descrito em Deuteronômio 3:11 como o homem único remanescente do refains, uma raça de gigantes bíblica, e sua cama foi descrita como sendo enorme e feita inteiramente de ferro.
Os Nefilim são mencionados novamente em Números 13:33. Os 12 espias foram enviados para a Terra de Israel e relatou: “Também vimos ali nefilim, filhos de Anak, descendentes dos nefilim; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos” Anak, traduzido como “enorme”, era o arquetípico gigante e pai da raça de homens que viviam em Hebron.
As fontes midráshicas explicam que Anak foi Og, um dos descendentes dos Nefilim, e o fugitivo da inundação. Outro Midrash diz como Og atacou os judeus no deserto e Moisés o matou.
Há uma conexão entre o reaparecimento destes gigantes e a vinda do Messias. No Talmud, Sanhedrim 97a, há uma discussão entre Rav Nachman e Rav Yitzchak. Rav Yitzhak pergunta: “Você sabe quando Bar Naphli (os filhos dos caídos) virá?“, Rav Yitzhak pergunta: “Quem são Bar Naphli?” Rav Nachman respondeu: “Este é o Messias“.
Rav Nachman traz um verso de Amós 9:11, “Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído (Sucá) de David e eu o edificarei como nos dias antigos“. O Talmud continua a descrever os tempos difíceis que precedem o Messias. Esta seção do Talmud explica também que o Messias virá ano após a conclusão de um ciclo Sabático [Shemitá] (explicado em um artigo no Israel News).
Bar Naphli” no Talmud se refere claramente a pessoas específicas que tanto Rav Yitzchak e Rav Nachman ouviu falar e que Rav Nachman o conecta com a vinda do Messias. Como observado anteriormente, o verbo hebraico “Naphal” traduz como “queda”, mas aqui, no Talmud, a palavra é “Naphil ‘em aramaico e na língua do Talmud, Naphli significa “‘gigante“.
Pela discussão no Talmud, parece claro que estes Bar Naphli, gigantes, irão voltar no tempo da apresentação do Messias.
GÓLGOTA (גולגולתא) E A RESSURREIÇÃO



O Rabino Isaque Luria explanado uma parte do Zohar (Emor) sobre os segredos do Gólgota (גולגולתא) e da ressurreição dos mortos (תחיית המתים) definindo-os como uma dimensão celestial chamada Atika Kadishá (עתיקא קדישא) que é a fonte de “orvalho” que traz sobre si a ressurreição dos mortos. Ele explica ainda que este “orvalho” é realmente as ‘três letras’ do Tetragrama, Yud (י), Hei (ה) e Vav (ו). {יהו}. O Tetragrama (יהוה) é o nome de quatro letras de D-us.


Agora, por que três essas letras são referidas como o orvalho?
De acordo com a numerologia cabalística, a palavra “orvalho” e as três letras do nome de D-us (יהו) ambos compartilham o mesmo valor numérico. Assim, “orvalho” é realmente um código para estas três letras (יהו) do nome de D-us, o que realmente se referem ao reino que podemos entender “de realidade 99%”.
Para os Cabalistas esta “realidade de 99%” é o reino escondido e fonte de toda a luz e a sabedoria que flui para o nosso mundo e Universo.
As letras representam essas dimensões espirituais ou celestiais ocultas que são a fonte de toda sabedoria (חוכמה), força de vida, criatividade, o conhecimento (דעת), paixão, amor e fontes de luz e etc que emanam e irradiam a partir da “realidade de 99%” emanada pelo Ein Sof (O Eterno D-us).
A letra final do Shem HaMevorash (שם המפורש) – do nome de D-us, a letra hebraica Hei (ה) se refere ao nosso mundo físico. É onde encontramos tanto a ordem e o caos, escuridão e luz, e dor e prazer e etc.
Esta letra [Hei (ה)] é desconectada das três primeiras letras (יהו). O que isto significa? Isso significa que o nosso mundo está inserido a partir destas dimensões superiores escondidas. Isso significa que se uma lâmpada não está conectada à tomada da parede para tirar a energia elétrica e, portanto, o quarto, ‘o nosso mundo’, permanece na escuridão. Isso significa que estaremos desconectados “realidade de 99%”.
Por causa desta desconexão entre o nosso mundo e a fonte de toda de Ein Sof (D-us), no Zohar se diz que o nome de D-us não está escrito completo. O Nome de D-us não é unificado. Dai a tradição das orações de unificação do nome de D-us.
Em termos simples, a 1% de realidade física está desligado da realidade de 99%, a fonte de toda luz e felicidade. O que quer que você queira da vida, você pode encontrá-lo em “99%”.
O que sempre está faltando e da falta que está causando infelicidade, está esperando por você no “reino dos 99%”. Estamos em dor quando não estamos adquirindo o sustento, a força da vida, bênçãos e luz desta realidade escondida.
Em conexão ao Gólgota no Zohar (Emor, Behar), o Gólgota (גולגולתא) é o reino espiritual nas dez Sefirot (arvore da vida) – as dimensões escondidas que chamamos de “99%”. É chamado “crânio da caveira” (Gulgultá) porque é para ser encontrado no topo e cabeça dos mundos espirituais ou celestiais, como queira.
No Zohar se usa a palavra Gulgultá (caveira) para identificar a maior dimensão da Árvore da Vida, as Dez Sefirot, e o no Zohar usa-se metáforas como Gulgultá (crânio – caveira).  Assim, esta dimensão oculta e também contém uma realidade chamada Atika Kadishá (עתיקא קדישא), o lugar de onde o “orvalho” vem para ressuscitar os mortos.
Atika Kadishá (עתיקא קדישא) também faz parte da dimensão chamada Gólgota (גולגולתא)! São encontrados no mesmo lugar na Árvore da Vida.
No Zohar tem muitas seções que são, na verdade, chamadas de Gólgota (גולגולתא).
Em termos ainda mais simples, o Gólgota refere-se à “realidade de 99%”. O Gólgota nunca foi sobre um local físico. Trata-se de uma dimensão “espiritual”.
Podemos notar a razão da história literal do Gólgota falar sobre a morte e ressurreição de Yeshua (ben HaMevorach) talvez possa ser uma ligação na tradição oral de observar que  Gulgultá e Atika Kadishá são dimensões ou realidades onde nós ressuscitaremos ou onde tudo que morreu em nossa vida seja trazido a vida. Quer se trate de felicidade, saúde, um relacionamento, um negócio, ou a paz de espírito, se nós perdemos isso, é porque ele morreu. Se você quiser de volta, terá de “ressuscitá-lo”, ligando-se ao reino chamado Gulgultá (caveira).
Neste conceito o Rabino Isaque Luria (1534-1572) ensinava apenas através de Teshuvá (arrependimento, mudança interior) que podemos reconectar para ressuscitar a nossa felicidade e ressuscitar o que de bom já morreu em nossa vida. Para ele quando pessoas suficientes pessoas reconectarem em Teshuvá, em seguida, os portões da “realidade de 99%” vai abrir em larga escala, o suficiente para que os mortos ressuscitem e existência imortal (O Messias) chegará.
Arrependimento em hebraico significa; retornar (Teshuvá). E também uma ‘resposta’ a uma pergunta.
Neste contesto podemos fazer uma alusão que estamos voltando a letra final Hei (ה), no Tetragrama (nome de D-us), de volta para as três primeiras letras (יהו) para unificar o nome de D-us (יהוה) e, assim, unificar o nosso mundo com a “realidade de 99%”.
Este é o segredo do “orvalho”, O “orvalho” é as três letras (יהו) do nome de D-us que estão retornando-nos Ele, é por isso que eles compartilham o mesmo valor numérico. É por isso que “orvalho” está associado a ressurreição no Zohar.
A letra divina que se conecta com a letra final Hei (ה) no nome de D-us é a letra Vav (ו).
No Zohar a letra Vav (ו) é chamada de “O Filho”. E a primeira letra do Nome de D-us Yud (י) é chamada de “O Pai” (Abba).
Podemos fazer uma alusão que: é preciso conectar-se ao Filho, a fim de conectar ao Pai. Assim unificando o nome de D-us, unificando o nosso mundo com o reino da “realidade dos 99%”. Por meio da Teshuvá (arrependimento).
Porção do Zohar ‘Behar’. Esta parte específica e explica o segredo da frase “Filho de D-us” ou “Filho do Hakadosh“. A frase o ‘Filho De D-us´ é aquele que reconecta ao Gólgota para ressuscitar a Luz que foi perdida.
O Verdadeiro Nome do Povo de Elohim



Hebert Armstrong, Pai da Igreja de Deus Universal, como tantros outros grupos, ao enfatizar que o nome do povo santo só pod ser um ignorou que a kahal ou Igreja tinha um nome, e que esse nome não era nem mesmo Kehilah Elohim, quanto mais Eklesia ton Teon, Church of God, Gemeinde Gottes, Iglesia de Dios ou  Igreja de Deus, pois se eklesia é uma palavra gentílica, Theos e suas traduções Got, Deus, Diu, Dio, Dios ou Deus são termos pagãos, nome de ídolos e seres mitológicos indo-europeus que jamais serviriam de sinal e identificação de seu povo como instituição. 

Tinha se deixado guiar por Dugger mais do que deveria. Tivesse ele investigado as Escrituras por si só, e se desprendido do desejo de defender o indefensável, ou seja, que uma organização repleta de erros doutrinários, alguns dos quais ele se empenharia por corrigir fosse o povo que atravessou os séculos com inquestionável autoridade apostólica.

Um pouco mais de estudo, e tivesse ouvido melhor a Clarence Orvil Dodd (1899-1955), o pai do movimento do nome sagrado nos Estados Unidos, também ele saído da Igreja de Deus do Sétimo Dia, e teria descoberto que nomes pagãos jamais teriam identificado a verdadeira Kahal Elohim (Igreja de Elohim) e que a restauração exigia um passo a mais. Ele teria sabido que esse povo tem um nome, e não um mero adjetivo, e que esse nome é Israel como as Escrituras revelam de maneira incontestável em dezenas de versículos tanto do Tanach como da Brit Chadashá (Novo testamento) com os exemplos a seguir demonstram.

כַּפֵּר לְעַמְּךָ יִשְׂרָאֵל Kafer La amechá Yisrael  (sê propício ao teu povo Israel), que tu, ó YHWH, resgataste, e não ponhas o sangue inocente no meio do teu povo Israel. E aquele sangue lhes será expiado.” Devarim/Dt 21:8
וַתְּכוֹנֵן לְךָ אֶת עַמְּךָ יִשְׂרָאֵל לְךָ לְעָם עַד עוֹלָם Vatekonan lechá et amechá Yisrael lechá le`am ad olam (e confirmaste a teu povo Israel por teu povo para sempre), e tu, YHWH, te fizeste o seu Elohim.” Shmuel Beit/2Sm 7:24.
Sim é verdade que quando o gentio se volta para o Criador é tratado como filho do Eterno e recebe as bênçãos que solicita como ocorre com Israel. Mas mesmo assim, se estabelece a diferença entre o estrangeiro ou prosélito que não é de Israel, o povo de Elohim.

וְגַם אֶל הַנָּכְרִי אֲשֶׁר לֹא מֵעַמְּךָ יִשְׂרָאֵל הוּא Ve`Gam el há`nakeriy asher lo me`amechá Yisrael hu (E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel), quando vier de terras remotas, por amor do teu nome. Melachim Alef/1Rs 8:41.

É igualmente verdade que Yeshua derrubou a parede de separação feita pelos rabinos entre Israel e os gentos, e fez de ambos um só povo, já que desde os tempos de Moshe o goy foi sempre bem vindo à santidade da Torah, ao shabat e à aliança. Mas mesmo assim é preciso que se entenda que o gentio é iluminado por ele, mas o povo de Elohim, que é Israel é por ele glorificado, pois Yeshua foi enviado para ser:

 “Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.” Lucas 2:32

Não ignoramos que existe uma situação em que o gentio se torna parte integral de Israel como se tivesse nascido israelita. Mas isso só ocorre quando ele faz conversão ao Elohim de Israel para viver como parte desse povo estando disposto a andar nos seus caminhos. Quando isso ocorre pode ele dizer como Ruth, a moabita:

" Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Elohim é o meu Elohim."  (Ruth 1:16)

Sim, um não judeu tem o direito de se tornar israelita. Infelizmente não foi essa a bandeira que Armstrong ergueu. Embora tenha feito o resgate da identidade perdida do Israel anglo-americano, ele preferiu erguer o estandarte de uma organização decrépita e desvalida em vez de a bandeira do povo de Israel salvo pelo sacrifício de Maschiach.
Logo, faltou-lhe trazer a verdadeira identidade do povo eleito que não é a de Igreja de Deus (Igreja de Deus), mas a de Am Yisrael (povo de Israel), o povo que se chama pelo nome do Eterno. Tivesse feito isso teria dado um passo muito maior, muito mais seguro e muito mais beneficiador em favor da reunião dos dispersos, pois não teria havido espaço para o orgulho e arrogância do exclusivismo que na terceira década do século passado erguia duas bandeiras distintas, onde mal havia espaço para uma.